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O capital: A invenção do capitalismo

Em O capital, o filósofo francês Michel Leter propõe uma nova leitura sobre a invenção do capitalismo, questionando a herança marxista.

Para o filósofo Michel Leter, o grande paradoxo do capitalismo é não ter sido criado por seus defensores, mas por seus adversários. A partir desse diagnóstico, o autor propõe pôr em xeque a própria noção de capitalismo, expondo os interesses socialistas por trás de sua vilanização. O capital assume essa tarefa ambiciosa ao dialogar diretamente com a tradição inaugurada por Marx, examinando criticamente as suas contradições.
Na primeira parte, "Antropologia do capital", Michel Leter analisa a noção de capital como própria da condição humana. Dono de seu corpo e de suas faculdades, o ser humano seria, por natureza, um ser dotado de capital - um pressuposto antropológico que foi ignorado pela academia. Para preencher essa lacuna, o autor retoma a tradição de grandes pensadores franceses e propõe que o capital pertença tanto ao indivíduo quanto à coletividade.
Na segunda parte, "Sociologia do capital", Michel Leter revisita a gênese da teoria da luta de classes, apropriada pelos socialistas. Segundo o filósofo, a denúncia da exploração do homem pelo homem teria funcionado como cortina de fumaça para encobrir a espoliação legal e anticapitalista do Estado socialista.
A terceira parte, "Poética do capitalismo", dedica-se à construção do capitalismo no discurso dos primeiros socialistas. Michel Leter analisa os artifícios dos adversários do capital e demonstra, a título de exemplo, que o termo "capitalismo" é substituído pela figura caricatural do capitalista, símbolo recorrente do antissemitismo da época.
O capital: A invenção do capitalismo recupera e atualiza o pensamento original da tradição liberal que via no homem um ser essencialmente dotado de capital - desde que lhe fosse garantida a liberdade de exercer suas próprias faculdades.

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Em Breve!

Em O capital, o filósofo francês Michel Leter propõe uma nova leitura sobre a invenção do capitalismo, questionando a herança marxista.

Para o filósofo Michel Leter, o grande paradoxo do capitalismo é não ter sido criado por seus defensores, mas por seus adversários. A partir desse diagnóstico, o autor propõe pôr em xeque a própria noção de capitalismo, expondo os interesses socialistas por trás de sua vilanização. O capital assume essa tarefa ambiciosa ao dialogar diretamente com a tradição inaugurada por Marx, examinando criticamente as suas contradições.
Na primeira parte, "Antropologia do capital", Michel Leter analisa a noção de capital como própria da condição humana. Dono de seu corpo e de suas faculdades, o ser humano seria, por natureza, um ser dotado de capital - um pressuposto antropológico que foi ignorado pela academia. Para preencher essa lacuna, o autor retoma a tradição de grandes pensadores franceses e propõe que o capital pertença tanto ao indivíduo quanto à coletividade.
Na segunda parte, "Sociologia do capital", Michel Leter revisita a gênese da teoria da luta de classes, apropriada pelos socialistas. Segundo o filósofo, a denúncia da exploração do homem pelo homem teria funcionado como cortina de fumaça para encobrir a espoliação legal e anticapitalista do Estado socialista.
A terceira parte, "Poética do capitalismo", dedica-se à construção do capitalismo no discurso dos primeiros socialistas. Michel Leter analisa os artifícios dos adversários do capital e demonstra, a título de exemplo, que o termo "capitalismo" é substituído pela figura caricatural do capitalista, símbolo recorrente do antissemitismo da época.
O capital: A invenção do capitalismo recupera e atualiza o pensamento original da tradição liberal que via no homem um ser essencialmente dotado de capital - desde que lhe fosse garantida a liberdade de exercer suas próprias faculdades.

  • Autor(es): Michel Leter
  • ISBN: 9788501926715, 978-85-01-92671-5
  • Check-List: Julho/2026
  • Editora: Record
  • Número de páginas: 336
  • Lombada/Encadernação: Quadrada
  • Tipo de capa: Cartão
  • Data de Lançamento: 13/07/2026